Goiânia recebeu no sábado, 30 de maio, mais uma edição do Um Festival, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, reunindo nomes fortes da música brasileira. A programação teve Chico Chico, Samuel Rosa, Biquini, Detonautas, CPM 22 e Raimundos. Para quem cresceu ouvindo rock nacional, foi praticamente uma playlist nostálgica ao vivo.
O festival teve abertura de portões à tarde e uma grade pensada para atravessar o dia até a noite. A sequência de shows começou com Chico Chico, passou por Samuel Rosa, Biquini e Detonautas, e fechou com CPM 22 e Raimundos. É aquele tipo de line-up que junta públicos de gerações diferentes: o pessoal que viveu os anos 90, a galera dos anos 2000 e quem descobriu as bandas depois pelas redes e playlists.
O Centro Cultural Oscar Niemeyer se consolidou como um dos espaços mais usados para eventos de grande porte em Goiânia. O lugar ajuda porque tem área ampla, estrutura conhecida e já virou referência para festivais, shows e encontros culturais. Quando tem evento grande ali, a cidade sente: aplicativo encarece, trânsito aumenta e o grupo do WhatsApp começa com a pergunta de sempre: “onde estaciona?”.
O Um Festival também reforça um ponto importante: Goiânia não é só sertanejo. A capital tem tradição forte no rock, no alternativo, no independente e em cenas musicais que sobrevivem muito antes de viralizar em TikTok. Ter um festival com bandas nacionais conhecidas ajuda a reacender essa memória e mostra que existe público para além do óbvio.
No fim, o evento foi mais uma prova de que Goiânia gosta de música grande, palco grande e encontro grande. Se tiver refrão conhecido, melhor ainda. Aí o público canta junto até aquela parte que ninguém sabe direito e disfarça no “ôôô”.







