A Pecuária de Goiânia chegou ao fim no dia 24 de maio depois de dias de programação no Parque de Exposições Pedro Ludovico Teixeira. A edição reuniu agro, shows, exposições, negócios e aquele movimento típico de evento grande: gente chegando cedo, trânsito apertado, comércio aquecido e assunto rendendo na cidade inteira.
A festa é uma das marcas de Goiânia. Mesmo quem não vai sabe quando ela está acontecendo. O trânsito muda, as redes sociais lotam de vídeo, os artistas viram conversa e a cidade entra num clima bem específico de capital sertaneja.
Mas a Pecuária não é só entretenimento. Ela também funciona como vitrine do agronegócio, espaço de encontro para produtores, oportunidade para negócios e ponto de contato entre o campo e o público urbano. Muita gente que pisa no evento pelos shows acaba circulando por exposições e tendo contato com um universo que ajuda a explicar parte importante da economia goiana.
O encerramento também deixa aquela pergunta de sempre: o que fica para a cidade depois que o palco desmonta? Ficam os alimentos arrecadados, os negócios iniciados, a movimentação econômica e a lembrança de mais uma edição de uma festa que já virou parte da identidade local.







