Goiânia se preparou para receber a 23ª edição do Festival Goiânia Dance, um dos eventos mais tradicionais da dança no estado. A programação foi marcada para os dias 5, 6 e 7 de junho, no Teatro Goiânia, com apresentações e competições das 9h às 22h. É praticamente um intensivão de dança para quem ama palco, figurino, coreografia e aquele frio na barriga antes da apresentação.
O festival reúne bailarinos, grupos, academias e escolas de diferentes regiões do Brasil. E o mais interessante é que não fica preso a um estilo só. A programação inclui balé clássico, dança moderna, jazz, contemporâneo, estilo livre, repertório, dança folclórica, sapateado, street dance, dança do ventre, dança gospel, dança inclusiva, dança da terceira idade e dança de salão.
Ou seja: tem dança para todo gosto, idade e ritmo. É o tipo de evento que mostra que a cultura goiana não vive apenas de show grande e festival sertanejo. Existe uma cena de dança forte, técnica, diversa e com muita gente estudando sério para subir no palco.
Os ingressos foram anunciados a R$ 100 a inteira e R$ 50 a meia, com venda na bilheteria durante os dias do festival. Para quem acompanha o calendário cultural, o Goiânia Dance é mais do que competição. É espaço de formação, troca, avaliação, vitrine e encontro entre artistas.
E convenhamos: dançarino não aparece do nada. Antes de qualquer apresentação bonita tem ensaio, repetição, dor no pé, professor corrigindo detalhe e aluno ouvindo “mais uma vez” umas cinquenta vezes. O festival é justamente o momento em que todo esse bastidor vira espetáculo.







