Enquanto muita gente acha que cinema é só shopping, pipoca cara e blockbuster, o Cine Cultura segue fazendo aquele trabalho que pouca gente valoriza até conhecer: trazer programação diferente, com filmes nacionais, produções premiadas, terror, suspense e obras que normalmente não chegam com força ao circuito comercial.
A nova grade divulgada nesta semana trouxe mais de doze produções, incluindo títulos de terror, filmes premiados e sessões especiais. É o tipo de programação para quem quer sair do automático e assistir algo que não depende só de explosão, super-herói ou franquia com número romano no final.
E Goiânia precisa disso. Uma cidade grande precisa ter espaço para cinema alternativo, para produção brasileira, para filme de festival, para documentário, para terror diferente e para obras que fazem o público sair da sessão pensando. Nem sempre é aquele filme “leve para domingo à tarde”, mas é justamente aí que mora a graça.
O Cine Cultura também ajuda a formar público. Quem frequenta esse tipo de sala passa a olhar o audiovisual de outro jeito. E, com o crescimento de produções goianas e brasileiras, manter esse espaço vivo é quase uma obrigação cultural. Afinal, se a gente não valorizar a própria cena, depois não adianta reclamar que só chega coisa de fora.







